Dia 18 – Um poema

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica…

Vinicius de Moraes

Porque toda vez que eu leio esse soneto eu lembro do meu melhor amigo que mora em Vitória-ES… A gente passa dias, semanas… e até ja passamos mais de uma ano sem contato mais quando a gente se encontra parece que nunca nos afastamos, ele é mais que amigo ele é um irmão pra mim!!!

Te Amo  Solon!

Beijos,

Haila!